quinta-feira, 13 de maio de 2010

Conversas profundas com James Besouro...

O besouro

Cavaleiro negro de armadura blindada,
Pequeno ser da noite fotoprocurador.
Belo bicho besouro, besouro belo bicho.
Besouro bicho belo.
Besouro de beleza bela, com sua armadura negra.
Com suas pequenas pernas e sue chifre na testa
Ele não se nega à busca de luz.
Besouro bicho besta.
Bate e não aprende,
Que a parede não é seda.
Besouro bicho preto de azas firmes,
Individuo simples,
Criatura de som único,
Criatura sonora.
Bólido besouro, besouro bólido.
Besouro sólido, besouro solitário, besouro só.
Só besouro não entende,
Que o que voa é balão.
Besouro besta de cifre na testa,
Não entende que a parede é reta.
E se eu um dia acordar, e de manhã sem ver, pisar no belo besouro?
Será que Deus me perdoaria?
É besouro...,
Do que adiantou sua armadura e seu cifre na testa?
Se a sua vida sempre acaba debaixo de uma chinela!

Foi assim que tudo começou...

Estava eu um dia sentado na cadeira na minha varanda, quando por mim passa um bicho muito esquisito. Seu zunido me chamou a atenção e logo pensei:

O que seria isso?

Levantei-me lentamente e procurei o bicho pela varanda. Olhei atentamente para o chão, mas nada pude ver. Direcionei minha cabeça para cima em direção a luz e notei que algo estava a bater na parede.

Sim era ele, o besouro!

Fiquei alguns segundos ali parado só observando sua teimosia. Será que ele não entendia que aquilo era uma parede?Que por mais que ele tentasse, ele jamais passaria por ela?Meu deus que bicho besta!

Aquele bichinho esquisito e insistente conseguiu arrancar de mim algumas gargalhadas.

Mas logo perdi a curiosidade voltei a minha cadeira onde eu estava a descansar.

O dia não tinha sido muito agradável, contas, família, transito essas coisas que nos deixa com a cabeça quente.

Estava ali sentado apreciando uma boa cerveja importada olhando para o nada.

Alguns minutos depois após cinco ou seis copos de cerveja a natureza me chamou...
banheiro!

Quando voltei à varanda, mais aliviado me acomodei novamente em minha cadeira e levei a garrafa para servi o copo, mas para minha surpresa o copo não estava totalmente vazio.....continua no próximo momento de inspiração!

Conversas profundas com James Besouro...
Episodio 2: “The Beatles”

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